Depois do vício do instagram, eu nunca mais havia postado meus looks por aqui o blog, né? Confesso que a rapidez do aplicativo acaba fazendo com que eu deixe apenas as matérias mais elaboradas aqui pro nosso cantinho. Mas ainda acho legal compartilhar os looks por aqui, principalmente para falar sobre a tendência que ele envolve.

Eu estava “out” do mundo fashion quando os últimos desfiles internacionais aconteceram, mas vocês devem ter acompanhado a tendência do “slip dress”né? Aquela história de usar roupas estilo camisolas para sair às ruas. Claro que muita coisa do que a gente vê nas passarelas, tem que ficar por lá mesmo – afinal, vamos ter senso né gente? Sei que tem algumas fashionistas que curtem usar no dia-a-dia a tendência tal qual vista na passarela, mas euzinha aqui prefiro usar sempre de maneira mais “vida real”, de forma que o visual fique moderno, mas usável (e não ridículo rsrs).

Sendo assim, no look vida real que usei semana passada, eu escolhi um jeans destroyed (vocês sabem que eu AMO) + regatinha de renda preta (olha a tendência da camisola aí!) + t-shirt branca. Nos pés usei uma sandália super alta e bem pesada, na cor vinho, para dar um ponto de cor na produção. Eu adorei o resultado, ficou moderno e bem estiloso. Quero repetir mais vezes, quem sabe agora com um vestidinho de renda mesmo, e a mesma t-shirt branca por baixo. Acho que ficaria legal, né?

Beijos, Rê

 

RE01 RE02 RE04 RE05 RE06

Look todo da @maisonmariamaria | Bolsa Chanel | Sandália Dumond | Óculos Celine

Fotos: Laette Neto

Sabe quando você precisa dar uma renovada nas makes e não quer ou não pode gastar muito? pois bem, essa matéria é pra você que ama estar com a pele maravilhosa mas que também não está disposta a pagar caro pra maquiagem de dia a dia, afinal não precisa de nada muito ousado e nem de tantos cuidados como uma make de festa, por exemplo. Pra montar a necessaire da semana com produtinhos super eficazes e com preço justo você precisa só de papel e caneta pra anotar ou aquele bom e velho print na tela pra guardar tudinho.

make-up-necessaire (2)

1-Vamos começar pelo primer da Vult que está sendo super comentado pelas digital influencers por deixar a pele radiante e com aquele brilho de saudável que tanto amamos. Ele pode ser encontrado na faixa de R$31,90 e o acabamento é super eficaz na preparação da pele.

 

2- A base eu já falei aqui no blog e AMO de paixão, pois é perfeita para peles oleosas e que rapidamente começam a brilhar. Ela é a Pure Makeup da Maybelline. Sua fórmula é levinha, mas com uma ótima cobertura, o que faz toda a diferença na proposta de pele natural que queremos. Sem dúvidas o custo benefício dele é surreal, só R$34,19!

 

make-up-necessaire (3)

3-A boa e velha Avon não decepciona. Na revista tem vários produtinhos bacanas como este blush baratex que faz a diferença na make e deixa aquela saúde nas bochechas. Custando R$21,99 na campanha de maio é bem acessível e valioso, afinal o produto tem uma ótima pigmentação e dura horrores!

 

4- A Vult mais uma vez marcando presença aqui, dessa vez com o pó translúcido que é divino pra acabamento, pois apaga o brilho dando um ar iluminado à pele que é mara! De todas as marcas que conheço que produzem este pó este é o de melhor preço, custando em média R$22,00.

 

 

5-Já tinha ouvido falar muito bem do corretivo da Natura e esses dias experimentei e amei. Ele consegue esconder as espinhas sem agredir a inflamação, além das cores se encaixarem perfeitamente em vários tons de pele. Custando R$26,90 é impossível não se apaixonar.

 

6- Make do dia não é nada sem um olho bapho e o amigo de longas datas , o Colossal da Maybelline continua sendo o queridinho de muitos maquiadores. Esse PRECISA continuar na necessaire, afinal é só R$26,90.

 

7- Pra dar aquele retoque e correção nas sobrancelhas tem o lápis universal da Yes cosmétics, que é bem eficaz e se adequa a qualquer tom de pele. Ele custa em média 16,90 e também não acaba com facilidade.

 

8- E para finalizar não poderia deixar de por pelo menos um produtinho da Quem disse, Berenice? A marca de make mais amada por sua vasta linha de batons tem umas cores incríveis para o dia a dia que vão te deixar radiante. Os batons líquidos (meus favoritos!) custa 31,90 e possuem ótima cobertura, cheiro e não craquelam. Perfeito, né?!

 

Todos esses produtinhos podem ser facilmente encontrados em farmácias, shoppings e lojas de cosméticos populares.

Por Yáskara Monteiro

clexane

 

Oi meninas. Como avisei aqui no blog e no snapchat, hoje vou começar a – enfim – postar sobre tudo o que aconteceu comigo na gravidez – e depois dela. Dividi meu relato em duas partes: a primeira conta da descoberta da trombofilia e vai até o nascimento de Letícia e a segunda vai do nascimento até a vinda dela para casa, ok? Me sinto muito confortável em partilhar aqui esses momentos tão íntimos da minha vida, pois vocês sempre foram minhas amigas virtuais não é mesmo? Estiveram comigo no meu noivado, casamento e na gravidez. Então, nada mais justo do que contar um pouco do que vivi quando conheci o grande amor da minha vida: Letícia Maria.

 

Tive uma gravidez tranquila desde o começo: demorou apenas 2 meses para que eu engravidasse após deixar de tomar meu anticoncepcional. Não senti muitos enjoos, não senti sono, não fiquei com desejos estranhos nem mal-humorada. Sim, eu tive um pequeno sangramento no comecinho e fiquei de repouso 1 semana, lembram? Mas fora isso eu fui a grávida mais normal possível, feliz e disciplinada: tomei todos os remédios e vitaminas, fui a nutricionista para ter uma alimentação mais saudável para minha bebê, me exercitei (pouco, mas pelo menos tentei), trabalhei. Eu tinha tudo e mais um pouco para ter um parto tranquilo, igual a minha gravidez. Tinha.

No sexto mês de gravidez, na 26 semana, começamos a perceber pelas ultrassons que Letícia não estava crescendo como deveria, e então minhas médicas começaram a avaliar as possibilidades para que aquilo estivesse acontecendo. Uma das possibilidades seria insuficiência placentária (àquela altura, minha placenta estava começando a calcificar e já estava indo para o grau II – ela só chega até o grau III), e foi nessa linha de pensamento que minha ultrassonografista dra. Maria Amélia Rolim Rangel seguiu. Aliás, quero deixar registrado aqui, em público, minha gratidão a esse ANJO que Deus colocou em minha vida. Competente, paciente e amiga, dra. Maria Amélia foi uma pessoa incrível comigo. Não só ela, como minha prima, mastologista Ana Thereza da Cunha Uchôa Camacho, que também foi meu alicerce naquela fase. As duas foram peças fundamentais para que eu mantivesse a calma – ou pelo menos tentasse – e acreditasse num final feliz.

A partir dali me foi sugerido fazer pesquisa sobre trombofilia, e assim eu fiz. E o que é trombofilia?

“Trombofilia é a propensão de desenvolver trombose devido a uma anomalia no sistema de coagulação. As portadoras de trombofilia tem mais chances de desenvolver complicações durante a gravidez, inclusive abortos recorrentes.”

trombofilia

Eu já conhecia a trombofilia pois tenho duas grandes amigas que tem esta propensão, e inclusive uma delas – que já tem 3 filhos – começou o tratamento assim que soube que estava grávida, o que garantiu a ela uma gestação tranquila.

 

Quando fiz o exame, esperei alguns angustiantes dias para que se confirmasse que sim – eu tinha trombofilia. No caso da minha,foi de causa hereditária, pois envolveu mutação em determinados genes, os quais eu herdei de meus pais. O mais comum é a mutação do fator V Leiden, que foi justamente a mutação que tenho. Bom, pelo menos ali estava explicado o motive da insuficiência placentária. Menos mal.

Muitas mulheres abortam continuamente e não sabem a causa, e por isso a pesquisa de trombofilia é importante. E vou dizer uma coisa: depois que a pessoa descobre que é trombofílica, parece que o mundo inteiro vira trombofílico também. Tantaaaa gente que conheço possui trombofilia e eu nem sabia.

Mas e por quê eu não fiz exames para saber se eu tinha a propensão antes? Porque simplesmente eu não me encaixava em NENHUMA situação que requer esta “investigação”. E quais são essas situações? a)História familiar de eventos trombóticos; b) trombose migratória ou difusa ou em local pouco comum, c) episódio trombótico desproporcionalmente grave em relação ao estímulo desencadeante, d)várias complicações obstétricas, como dificuldade para engravidar, gestações complicadas, retardo do crescimento fetal, abortamentos e perdas fetais.

Sendo assim, eu simplesmente não sei de onde surgiu essa trombofilia em mim. Mas enfim, ela aconteceu e eu ainda investigarei com o hematologista sobre ela.

Mas e aí? O que eu deveria fazer depois de saber que era trombofílica? Eu comecei a aplicar as “famosas” injeções de clexane (aliás, eu não. Diego aplicava). Diariamente. 1 por dia. Até ficar roxa mas continuar aplicando.

Aqui abro um parágrafo para expressar minha INDIGNAÇÃO com nosso Governo. O clexane – assim como outros anticoagulantes deve ser distribuído pelo SUS, por ser um medicamento especializado e de alto custo. Acontece que aqui em João Pessoa ele estava em falta – e agora nem sei se já chegou. Graças a Deus eu pude pagar pelas injeções, mas ouvi muitos relatos – num programa de rádio local – de grávidas que não podiam pagar e que estavam entregues à própria sorte. Isso é um ABSURDO tremendo, e eu sinceramente espero que o SUS volte a disponibilizar o remédio, e que as grávidas tenham o DIREITO a tratamento adequado para que seus bebês nasçam bem e saudáveis.

Quando a mulher é trombofílica, ela deve começar a aplicar as injeções assim que descobrir a gravidez, o que não foi meu caso. Por isso, àquela altura, o clexane não conseguiu mais reverter a calcificação na minha placenta, mas apenas conteve um pouco a rapidez com que ela estava acontecendo. Ali comecei a me preparar psicologicamente para um parto prematuro. Suspendi meus planos de chá de bebê, ensaio gestante, decoração de maternidade… enfim, muito do que eu havia sonhado e planejado estava indo embora, porque ali eu só queria uma única coisa: que minha filha nascesse bem e saudável. E todo o resto era supérfluo. Claro que desde que engravidei sempre quis que minha Letícia fosse saudável, mas também qual mãe não sonha com todas essas fofurices? Com fotos lindas para mostrar à criança depois que ela crescesse. Mas, enfim, como já disse nas minhas redes sociais, às vezes os planos de Deus para nós são muito diferentes e maiores do que os nossos.

Poucas pessoas sabiam da aflição que eu passei a partir dali. Fiz uma dieta hipercalórica com dra. Eneide Sette, minha nutricionista, para tentar compensar o pouco fluxo de nutrientes que minha placenta levava até Letícia. Passei a comer MUITO, de 3 em 3horas. Quando eu digo MUITO é MUITO mesmo. Eu só pensava na minha filha e chegava a passar mal de tanto que comia para que ela pudesse ter os nutrientes suficientes.

Não tornei pública a situação, pois preferi resguardar aquele momento, resguardar a minha filha. Mas eu sentia a responsabilidade que tinha em depois ter que compartilhar isso aqui com vocês. Para alertar as futuras mamães e gravidinhas sobre este problema sério e bastante corriqueiro.

Bom, o fato é que mesmo com as injeções de clexane diariamente, injeções de corticoide para amadurecer o pulmão dela , a dieta hipercalórica (que ajudou muito e fez Letícia ganhar um peso legal nas últimas semanas de gravidez) e o repouso – sim, eu fiquei de repouso, não sei se vocês lembram que parei de trabalhar e fiquei só cuidando dos detalhes para a chegada dela – minha placenta continuou a envelhecer e calcificar, e na 32 semana, meu líquido amniótico diminuiu drasticamente. Tinha então chegado a hora da minha filha nascer. 8 semanas antes, ou seja, praticamente 2 meses.

E eu? Senti medo, ansiedade, angústia. Chorei. Por muitas vezes me culpei mesmo sem ter culpa – ninguém escolhe ser trombofílica, a gente apenas o é. E infelizmente eu descobri tarde demais. Me voltei para Deus e Nossa Senhora, e rezei com muita fé para que minha bebê nascesse bem.

Com 32 semanas e 2 dias, lá fomos nós para a maternidade. Segurei meu terço e entrei na sala de cirurgia para um parto cesáreo, com confiança plena na minha querida obstetra, Dra. Karina Azevedo e na querida Neonatologista Dra. Sandra Giovana – outros anjos que entraram na minha vida. Entreguei ali, mais uma vez, minha filha nas mãos de Deus.

(Continua no próximo post)

Tags:
    4 Comentários
    • nanda

      olá , estou muito feliz em saber que vc e seu bebê estão bem, estou em tratamento de trombose venosa profunda , e tenho trombofilia , muito importante esse seu post, pois muita gente não entende como funciona essa doença,

    • Omayra

      Lindo relato Renata. parabéns por tornar público sua história de vitória.

    • Carolina Araújo

      Descobri a trombofilia na minha primeira gestação, mas infelizmente quando o resultado saiu eu já havia perdido a bebê. Muitos médicos que conheço acharam uma besteira minha GO ter solicitado o exame, já que é TÃO comum abortos na primeira gestação. Hoje estou grávida de 13 semanas e desde a descoberta da gravidez minha médica já passou o clexane, porém ele continua em falta na prefeitura de JP desde março desse ano, então estou tendo que me desdobrar para poder comprar essa medicação super cara. Rezo todos os dias para que minha gravidez vá ate o final bem tranquila.

    • Gabriela

      Muito impo seu post RÊ, tam tenho trombofilia, descobri apos faz os exames, pois minha ir tambem tem e teve dois abortos ate descobrir a trombofilia, por precauÇão fui fazer os exames e descobri a minha, ja estou preparada para toMar as Injeções quando enGravidar!

     

    f1

    E já que estamos falando nos anos 90, vamos continuar revivendo o passado… Quem lembra daquele batom verde que quando passávamos na boca ele ficava vermelho ou rosa? haha Pois saibam que a MAC está fazendo quase uma releitura dele, acreditam? Vou explicar melhor: a MAC acaba de lançar uma linha de gloss de proteção labial que muda de cor de acordo com a química de cada pele, o que lembra o efeito dos batons verdes de antigamente.

    A linha conta com 5 cores que proporcionará a cada usuário uma cor diferente, já que cada pele tem suas especificidades, e sua função é hidratar e condicionar os lábios como um lip balm, mas com esse super diferencial. A linha Talktender começa a ser vendida nos EUA no dia 16 deste mês no valor de 20 dólares, mas infelizmente ainda não tem data prevista pra lançamento aqui no Brasil. O produto arrasa na inspiração e na inovação, além de possibilitar quase que uma personalização da cor.  Amei a novidade e já tô na torcida para que chegue por aqui!

    Beijos, Rê

    f3

    patches-arte-final-web1

    A moda dos patches super famosa nos anos 90 voltou com tudo, lembram dela? Eles estão bombando pelas ruas do Brasil e do mundo e essa onda de diversão é contagiante. O toque descontraído dessa trend deixa o look muito mais leve, parece que as peças com aplicação saíram direto do nosso closet de 1990 e nos retornou memórias incríveis de serem recordadas. (Bom, não sei a idade das minhas queridas leitoras, mas alguém aqui deve ter vivido nessa mesma época, né? Ou eu sou tão velha assim?! hahah)

    Os apliques dão um charme a mais se forem decalcados no jeans ou naquela t-shirt basiquinha que você tem em casa e o melhor de tudo é que você mesma pode produzir sua peça com patch, já que eles são termo-colantes e estão sendo vendidos em todas as casas de aviamentos, agora é só escolher os bordados que você mais ama e se jogar por aí toda criativa e cheia de cor!

    Se tiver alguma dúvida na aplicação é só pedir ajuda às vendedoras que elas esclarecem tudinho, mas é tão simples que  customizar vai virar um vício. É hora de deixar a criatividade fluir com tanta inspiração bacana. Enjoy!

    Beijos, Rê

    patches-arte-final-web2patches-arte-final-web302-2

    Eu já tenho uma jaqueta jeans com patches para chamar de minha! Lembram dela? Usei em Novembro do ano passado!

    © copyright, Todos os direitos reservados a Renata Uchôa